segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Linhas de Inspeção Aula - 20/10/2015

Linhas de Inspeção 20/10/2015

As linhas de inspeção é um protocolo para efetuar da melhor maneira a inspeção do produto cárneo bovino. Nela, temos 10 lindas de inspeção de A-J, em que irá ser apresentado a seguir:

Linha A: é feito o exame das patas, observa se a presença de vesículas ou feridas digitais ou interdigitais.
Linha B: é feito o exame do conjunto cabeça-língua, observar presença de cisticerco na região do masseter e língua.
Linha C: é feito a cronologia dentaria, que tem a finalidade de avaliar a idade do animal.
Linha D: é feito o exame do trato gastrointestinal, baço, pâncreas, bexiga e útero.
Linha E: é feito o exame do fígado, onde vai ser observado se o animal tem: cirrose, tuberculose ou hepatite.
Linha F: é feito o exame do coração e dos pulmões, vai observar se tem presença de enfisemas.
Linha G: é feito o exame dos rins.
Linha H: é feito o exame da face medial e lateral da parte caudal da meia carcaça.
Linha I: é feito o exame da face medial e lateral da parte cranial da meia carcaça.
Linha J: é feito a carimbagem das meias carcaças, nas regiões do coxão, lombo, ponta da agulha e da paleta.


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Currais Sanitários Continuação Part III Aula - 16/10/2015

Currais Sanitários Continuação Part III - 16/10/2015

Dando seguimento ao processo anti-mortem em abatedouros de carne bovina, o professor começou revisando novamente sobre os currais, banheiro de aspersão, rampa de acesso a matança e seringa. Após isso, explica a próxima etapa, a “área de vômito”, na qual o animal deve passar. Esta área terá o piso revestido, a uma altura conveniente, por grade metálica resistente, de tubos galvanizados de 2 polegada de diâmetro e 2m de comprimento, dividida em seções removíveis de 0,25m de largura, para melhor facilitar a drenagem dos resíduos e das águas para uma tubulação central de escoamento. As paredes da área serão impermeabilizadas com cimento liso ou outro material adequado até 2m de altura.

Logo após o animal é suspenso por uma das patas, onde passara por um chuveiro para remoção do vômito. Após passar pelo o chuveiro o animal entrara na sala da matança, onde vai passar pela a área de sangria, pela canaleta de sangria, seguindo para a esfola, onde é feita o isolamento do ânus e do esôfago. Um cabo é preso na pele, onde um motor vai puxar o cabo, removendo toda pele. Logo mais o animal passa por um processo de serragem do peito, na qual é feito por uma serra elétrica. Após a serragem o animal será eviscerado, onde as vísceras são divido em dois tipos, as vísceras brancas e as vísceras vermelhas que ficaram em mesas distintas, que saram fiscalizadas por um médico veterinário junto com um fiscal, as partes que iram ser descartado vão para o chute, é um local aonde vai a parte não comestível. Depois da evisceração o animal vai para a plataforma de serragem da carcaça.

Aula Prática no Abatedouro Regina - 14/10/2015

Aula Prática no Abatedouro Regina - 14/10/2015


Às 4horas da manhã partimos para aula prática no Abatedouro Regina situado em Horizonte, Fortaleza. Foram 4hrs de viagem bastante divertida com direito a bolo e café cedido pelo professor Roger. Infelizmente ao chegar no abatedouro tivemos a noticia que não poderíamos ser recebidos, devido ao responsável ter uma importante reunião com os donos e não poder nos atender no dia. Tivemos que voltar para Sobral, enfrentamos mais 4 horas de viagem, porém fui dormindo a viagem inteira, bastante cansado.

Voltando de Fortaleza e muita bagunça no ônibus rsrs...

Currais Sanitários Part II Aula - 09/10/2015

Currais Sanitários - 09/10/2015


Além de uma breve revisão dos currais sanitários, o professor demonstrou na aula de hoje o banheiro de aspersão, o local do banho de aspersão contém um sistema tubular de chuveiros dispostos transversais, longitudinal e lateralmente. A água terá uma pressão não inferior a 3 atm (atmosferas), de modo a garantir jatos em forma de ducha. Recomenda- se a hipercloração dessa água a 15 p.p.m. (partes por milhão), o aproveitamento das águas hipercloradas das 'retortas' ou o emprego de água com características de portabilidade. A sua largura será, no mínimo, de 3m. 





Terminando o banheiro, começa a rampa de acesso a matança, provida de caneletas transversal obliquas para evitar que a água escorrida dos animais volte ao banheiro, o seu declive de ser de 13 a 15%, que permite fácil limpeza e evita o escorregamento dos animais. Sua capacidade deve ser de 10% da capacidade horária da sala de matança. As paredes, afunilando-se, na seringa, terão uma deflexão máxima de 45°.
Na seringa, deve ser de alvenaria, com paredes impermeabilizadas com cimento liso, sem apresentar bordos, com piso de concreto ou de paralelepípedos rejuntados com cimento. Não deve apresentar aclive acentuado. Seu comprimento foi calculado em função de 10% da capacidade horária de abate e da dimensão de 1,70m por bovino.

Terminando a seringa os animais entram no boxe de atordoamento, onde vai ter que considera os pontos críticos de controles, na qual os animais iram ser insensibilizados com uma pistola pneumática.

Continuação da aula sobre RIISPOA e Currais Sanitários Part I Aula - 22/09/2015

Continuação da aula sobre RIISPOA 22/09/2015

Nessa aula o professor continua falando sobre o RIISPOA e para melhor esclarecer nos mostra um vídeo sobre as fases de procedimento de carnes da indústria FRIGON.



O vídeo mostra o embarque e transporte de gado para abate. A empresa transportadora deverá atender critérios de conformidade em termos de qualificação de motoristas, frota e procedimentos a serem definidos oportunamente. Em médio prazo será exigido que a empresa fosse certificada por uma organização credenciada e equipe a sua frota com instrumentos que permitam a localização do veículo em tempo real. O transporte e o desembarque serão feitos em condições de conforto para os animais, desencorajando-se a utilização de ferrão ou eletrochoque. Chegando aos matadouros ou frigoríficos, os estabelecimentos de abate e desossa participantes do projeto deverão permitir a verificação das condições físicas e operacionais que constam da lista do frigorifico. Itens a serem verificados nas vistorias iniciais e periódicas, devidamente autorizadas pelas empresas e acompanhadas pelo inspetor sanitário. Lembrando que tudo isso é feito de acordo com as normas do BPF, POP e APPCC.

Posteriormente o professor explica as instalações dos currais anti-morte. Os currais devem estar localizados de maneira que os ventos predominantes não levem em direção ao estabelecimento (Leste-Oeste), poeiras ou emanações, devem, ainda, estar afastados não menos de 80 metros das dependências onde se elaboram produtos comestíveis e isolados dos varais de charque por edificações (Art. 34-7 do RIISPOA).

Os currais podem ser classificam em três tipos:
§  Currais de Chegada e Seleção.
§  Curral de Observação.
§  Currais de Matança.

Currais de Chegada e Seleção: Destinam-se ao recebimento e apartação do gado para a formação dos lotes, de conformidade com o sexo, idade e categoria (Art. 34-3):

·       Área nunca inferior à dos currais de matança.
·       Facilidades para o desembarque e o recebimento dos animais.
·       Possuindo rampa suave (declive máximo de 25 graus) com antiderrapantes.
·       Iluminação adequada (5 watts p/m2).
·       Pavimentação, com desaguamento apropriado, declive de 2%, no mínimo.
·       Superfície plana, construído em paralelepípedos rejuntados com asfalto.
·       Canaletas de desaguamento, situadas na parte mais baixa do declive, no sentido da parte externa dos currais.
·       Cercas de 2m de altura.
·       Muretas separatórias (cordão sanitário) elevando-se do piso, ao longo e sob as cercas até a altura de 0,30 metros.
·       Plataformas elevadas, construídas sobre as cercas, de largura mínima de 0,60m, com corrimões de proteção de 0,80 metros de altura, para facilitar o exame ante-mortem.
·       Bebedouros, onde suas dimensões devem permitir que 20% dos animais chegados bebam simultaneamente.
·       Com referência ao gasto médio de água, destes e dos demais currais, inclusive corredores, deve ser previsto um suprimento de 150 litros de água de beber, por animal, por 24 horas e mais 100 litros por metro quadrado, para limpeza do piso.

Curral de Observação: Destina-se exclusivamente a receber, para observação e um exame mais acurado, os animais que, na inspeção “ante-mortem”, forem excluídos da matança normal por suspeita de doença, onde tem que apresentar os pontos amarelos acima e mais às seguintes (Art. 34-5):
·       Afastados dos currais de chegada e seleção pelo menos 3 metros.
·       “Cordão sanitário” com altura de 0,50 metros centímetros
·       Área correspondente a mais ou menos 5% (cinco por cento) da área dos currais de matança.
·       Identificação por uma tabuleta com os seguintes dizeres: “CURRAL DE OBSERVAÇÃO PRIVATIVO DA I.F. Deve possuir cadeado com chave de uso exclusivo da I.F.

Currais de Matança (Art. 34-3): Destinam-se a receber os animais aptos à matança normal, onde tem que apresentar os pontos verdes acima e mais às seguintes (Art. 34-3):

Área proporcional à capacidade máxima de matança diária do estabelecimento, obtida multiplicando-se a capacidade máxima de matança diária 2,50m2.


RIISPOA Aula - 18/09/2015

RIISPOA 18/09/2015


O RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, São normas que regularizam a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal, sendo como órgão responsável por realizar a inspeção é a Divisão da Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA, e será realizado nos seguintes estabelecimentos que fornecem matérias primas, abatem, industrializam, que beneficiam ou qualquer outro que envolva produto de origem animal.
Para esclarecer melhor sobre o RIISPOA, segue em anexo uma revisão que mostrará como funciona esse sistema no ramo de mel.


Visita ao Aterro Sanitária Aula Prática - 11/09/2015

Visita ao Aterro Sanitário 11/09/2015


Localizado no caminho de Jordão, o Aterro Sanitário de Sobral, tem uma vasta expansão que ancora Sobral e vários outros municípios próximos. Apesar do termo lixão, vimos no local que o aterro disponibiliza de uma grande área, porém necessita de uma melhor capacitação dos funcionários e administração principalmente com os perigos que o local pode proporcionar. Há presença de alguns animais canídeos e muitas aves e diferente de antes notamos que o aterro atualmente não tem mais um odor forte que tinha antigamente como percebi em outra visita há alguns anos atrás pelo colégio em que estudava.
            A visita ao aterro sanitário foi rápida, porém bem clara e o coordenador do local tirou todas as nossas dúvidas. Foi uma aula bastante proveitosa, onde pude ver com outros olhos o destino de nossos dejetos que produzimos dentro de casa e o quão importante é a questão da seleção do lixo.